Com um visual desses, uma praia perfeita, comida boa e música boa ao vivo o Beach Park é um destino certo para quem quer um dia tranquilo com os amigos ou com a família.
O projeto Beach Sounds do Beach Park (CE) traz nos finais de semana bandas excelentes como a Locomotiva e O Verbo. No final de semana passada ao chegar fui surpreendido por uma versão ao vivo, muito bem tocada da música Kiss of Life da cantora Sade. Confiram um trechinho:
Bernie Taupin, que escreveu a letra de "Levon", foi inspirado pelos co-fundador da banda, o baterista, cantor e Levon Helm ao escrever esta música. Esta banda aparentemente era o grupo favorito de Elton John e Bernie Taupin naqueles dias. O "Alvin Tostig" mencionado na canção (Pai do Levon) é, de acordo com Taupin, meramente ficção.
Elton John e seu parceiro civil, David Furnish, deram ao seu filho o nome de "Zachary Jackson Levon Furnish-John". Ele nasceu no dia de Natal de 2010.
"Levon" foi regravada por vários artistas, incluindo Taylor Hicks, Jon Bon Jovi (que afirma que "Levon" é sua canção favorita de todos os tempos e que ele olha para Elton John como seu ídolo) e Billy Klippert.
O video abaixo foi extraído do blu-ray de comemoração dos 60 anos do Elton John. É de arrepiar!
Para mim, essa é a obra prima do Rob Thomas (não precisa nem dizer que eu sou fã), é uma música que à primeira vista parece falar do fim de um relacionamento. Na verdade ela foi escrita exatamente quando ele conheceu a sua futura esposa e por um motivo completamente oposto do que sugere o título. Eles viviam um relacionamento onde ela estava insegura por namorar um músico, na verdade ela não queria namorar um músico porque achava que não daria certo.
Ele sabia que ia "rolar" mas na verdade ambos estavam inseguros. Como em todo começo de relacionamento essa insegurança existe, as expectativas são enormes isso acaba deixando as pessoas bem ansiosas.
É uma daquelas músicas bem no estilo de um dos posts mais populares aqui do blog: A vida não presta". Essa música é na verdade uma carta para ela, vale a pena conferir. A versão aí abaixo é do DVD do Matchbox 20 do programa Storytellers do canal VH1. Já a versão mais recente, do blu-ray que eu comentei no post anterior você pode ver aqui.
Já é a segunda música desse DVD do Storytellers do Matchbox 20 que eu comento aqui no blog. Se duvidar, ainda dá pra escrever mais uns três posts falando desse DVD.
IF YOU'RE GONE
I think I've already lost you
I think you're already gone
I think I'm finally scared now
You think i'm weak, I think you're wrong
I think you're already leaving
Feels like your hand is on the door
I thought this place was an empire
Now I'm relaxed, I can't be sure
I think you're so mean
I think we should try
I think I could need this in my life
I think I'm scared
I think too much
I know it's wrong, it's a problem I'm dealing
If you're gone, maybe it's time to come home
There's an awful lot of breathing room
but I can hardly move
If you're gone, baby you need to come home
There's a little bit of something me
in everything in you
I bet you're hard to get over
I bet the room just won't shine
I bet my hands I can stay here
I bet you need, more than you mind
I think you're so mean
I think we should try
I think I could need this in my life
I think I'm just scared that I know too much
I can't relate and that's a problem I'm dealing
If you're gone, maybe it's time to come home
There's an awful lot of breathing room
but I can hardly move
If you're gone, baby you need to come home
There's a little bit of something me
in everything in you
SE VOCÊ FOR EMBORA
Eu acho que já te perdi
Eu acho que você já se foi.
Eu acho que agora estou finalmente assustado
Você pensa que sou fraco - mas acho que está errada
Eu acho que você já foi embora
Sinto como se sua mão estivesse na porta
Eu achei que essa casa era um império
Mas eu estou relaxado - Eu não posso estar certo
Eu acho você muito malvada
Eu acho que deveríamos tentar
Eu acho que poderia precisar disto na minha vida
Eu acho que só estou assustado
Eu penso demais
Eu sei que estou errado esse é o problema e estou tratando-o
Se você for embora, talvez seja a hora de ir pra casa
Há uma sala horrível cheia de ar para respirar
Mas eu mal posso me mover
Se você for embora. Meu bem, você precisa voltar pra casa
Por que há um pouco de mim
Em você toda
Eu aposto que é difícil te esquecer
Eu aposto que a sala só não brilhará
Eu aposto minhas mãos que eu posso ficar aqui
Eu aposto que você precisa, mais do que você imagina
Eu acho você tão malvada
Eu acho que deveríamos tentar
Eu acho que eu poderia precisar disto na minha vida
Eu acho que só estou assustado pois eu sei muita coisa
Eu não posso contar e esse é o problema que estou sentindo
Se você for embora - talvez seja a hora de ir pra casa
Há uma sala horrível cheia de ar para respirar
Mas eu mal posso me mover
Se você foi embora. Meu bem, você precisa voltar pra casa.
Por que há um pouco de mim
Em você toda
Primeira coisa a fazer: clicar no video abaixo e ouvir esse cover imperdível de um clássico do David Bowie!
Sou fã do Rob Thomas desde o Matchbox 20. Li algumas críticas sobre esse show, na verdade críticas injustas que o classificaram como tímido e até mesmo só interessante pra quem é fã.
Um dos grandes sucessos dele foi uma participação no disco do Santana cantando Smooth. Essa mesma música está no disco numa versão acústica perfeita, singela e muito bem tocada.
Fã ou não, quem assistir terá a oportunidade de vivenciar uma experiência de audio incrível! Os músicos são extremamente competentes formando uma banda sólida e inquestionável. O palco é simples com uns painéis iluminados bem iteressantes. Além do palco, o show foi gravado no Red Rocks que por si só já é uma grande atração.
É uma anfiteatro natural, único no mundo, a 15 minutos de Denver, encravado nas montanhas rochosas. O cenário perfeito para um show memorável e imperdível.
Tenho dito muito isso nos últimos posts, mas comprem esse disco também, é a trilha sonora perfeita para receber os amigos em casa!
Impressionante! É isso o que eu tenho a dizer do Blu-ray do Keane. Eu tinha esse show em DVD e agora em alta definição de som e imagem é outra conversa. Inegavelmente em termos musicais a banda fica um pouco a desejar quando comparamos com Stevie Wonder, John Mayer e o Rob Thomas. Nem por isso o show é menos empolgante.
A fotografia do show é impressionante, principalmente com a variedade de takes e câmeras utilizadas. A alta resolução é determinante para tornar o visual extremamente agradável. O disco apresenta músicas animadas e outras nem tanto chegando a ser até meio depressivo.
Os menus do disco são muito legais, principalmente o pop-up.
O disco traz duas faixas de áudio: DTS-HD Master Audio 5.1 e LPCM 2.0. O audio em DTS-HD Master Audio 5.1 é fenomenal. Já a trilha em LPCM 2.0 é razoável e não menos impressionante.
"John Mayer: Where the light is" é um disco consistente excelente aspecto visual, parecendo um pouco melhor em alguns lugares que em outros, mas é sempre uma imagem de nível superior. Desde o início, nós somos presenteados com alguns recursos visuais agradáveis de objetos do cotidiano que realmente se destacam, inclusive do interior do Mercedes de Mayer, o cabelo em seu cachorro, eo desgaste em seu jeans. Os quadros da abertura da sessão Mayer foram feitos em Hollywood, numa encosta remota capaz de mostrar alguns detalhes incríveis de longa distância numa cena muito bonita.
Dentro da sala de concertos, os detalhes são um pouco menos impressionantes. O primeiro terço do disco de John Mayer em Blu-ray é muito escuro, com uns poucos brancos brilhantes luzes de iluminação do fundo e do intérprete. A guitarra usada por Mayer em partes da sessão Trio (assim como mais tarde na sessão de banda) é extremamente desgastada e bem utilizada. Eu admiro isso.
O disco oferece áudio de alta definição: um Full 5.1 Dolby TrueHD faixa, bem como uma faixa 2,0 PCM. Tanto o som maravilhoso, mas acompanhar o TrueHD, com os canais adicionais, oferece ao público uma rica, mais completa, experiência de um concerto mais realista.
Existe uma base sólida, o ruído da multidão é reforçado pelos canais extras da faixa 5,1 sem perdas de qualidade da trilha principal. Quando Mayer fala para a platéia entre as músicas, há uma boa reverberação de sua voz e presença de canal traseiro ligeiramente soa como ecos atrás de nós.
O terceiro conjunto com a banda é provavelmente o segmento mais impressionante, sonoramente, no disco. Cada nota de cada instrumento não poderia soar melhor se a banda estivesse tocando ao vivo em nossas salas de estar. Os vocais de Mayer são consistentemente fortes e reproduzidos com uma nitidez impressionante realistas.
Sonoramente, é mais um na lista crescente de fantásticas apresentações ao vivo em Blu-ray.
Esta música tocou muito no rádio. Foi escrita por Rob Thomas (esse aí no piano) e foi inspirado pela experiência de sua mãe com câncer. Quando Thomas tinha 12 - 13 anos, sua mãe teve câncer e foi dito que ela tinha seis meses de vida. Ao contrário do que os médicos imaginaram, quando Rob mudou de casa aos 17 anos, ela estava viva e bem.
Essa é uma daquelas músicas que você pensa e pode até aplicar em relacionamentos. Mas ouvir sabendo a história que realmente inspirou a música faz dela uma verdadeira obra de arte. Esta música é sobre sua frustração e solidão durante este tempo. Ele escolheu o título 3 a.m., porque às três da manhã era o horário que os bares fechavam.
O video desse post é do programa Storytellers do canal VH1. Tem em DVD na Americanas. (É um excelente show)
3 AM
She says it's cold outside and she hands me my raincoat
She's always worried about things like that
She says it's all gonna end and it might as well be my fault
And she only sleeps when it's raining
And she screams and her voice is straining
(chorus)
She says baby
It's 3 am I must be lonely
When she says baby
Well I can't help but be scared of it all sometimes
And the rain's gonna wash away, I believe it
She's got a little bit of something, God it's better than nothing
And in her color portrait world she believes that she's got it all
She swears the moon don't hang quite as high as it used to
And she only sleeps when it's raining
And she screams and her voice is straining
(chorus)
She believes that life is made up of all that you're used to
And the clock on the wall has been stuck at three for days and days
She thinks that happiness is a mat that sits on her doorway
But outside it's stopped raining
(chorus)
3 A.M.
Ela diz que está frio lá fora e me dá seu casaco
Ela tá sempre preocupada com coisas do tipo
Ela diz que tudo vai acabar e pode ser que a culpa seja minha
E ela só dorme quando tá chovendo
E ela grita e a voz dela é cansativa
(refrão)
Ela diz: querido,
são 3 da manhã e eu deveria estar sozinha
quando ela diz "querido",
Eu não tenho como não ter medo disso tudo de vez em quando
E a chuva vai levar tudo, eu acredito nisso
Ela tem um pouco de alguma coisa, Deus é melhor do que nada
E no seu mundo de cartão-postal ela acredita que tem tudo isso
Ela jura que a lua não está tão alta como costumava estar
E ela só dorme quando tá chovendo
E ela grita a a voz ela é cansativa
(refrão)
Ela acredita que a vida é feita de tudo a que você está acostumado
E o relógio na parede esteve parado às 3 por dias e dias
Ela acha que felicidade é um tapete na porta de casa
Mas lá fora parou de chover...
A dica musical de hoje é sobre o John Mayer, um músico que eu gosto muito e mais uma presença certa em qualquer playlist minha. John Clayton Mayer (nascido em 16 de outubro de 1977) é um músico norte-americano. Originalmente de Bridgeport, ele estudou na Berklee College of Music antes de se mudar para Atlanta, Geórgia em 1997. Seus dois primeiros álbuns de estúdio, Room for Squares e Heavier Things, foram bem comercialmente, atingindo multi-platina.
Logo em 2003, ele ganhou o prêmio Melhor Performance Vocal Pop Masculina no Grammy Award para "Your Body Is A Wonderland". Essa música, além de ter uma um riff que na primeira nota você reconhece, tem um cuidado especial com a letra (disponível aqui). Mas não fica por aí, os shows dele são super bem motados e os clipes têm uma fotografia incrível.
Isso você pode conferir nesse clipe de 2002 da música "Your body is a wonderland" logo abaixo. O youtube não liberou o código de incorporação do clipe, mas eu dei meu jeito para vocês não terem que clicar num link para ver o clipe:
No começo da carreira ele tocava principalmente rock acústico, mas aos poucos começou uma transição para o blues em 2005, colaborando com artistas de renome blues como B.B. King, Buddy Guy e Eric Clapton, e por formar o John Mayer Trio. A influência do blues pode ser ouvido em seu álbum Continuum, lançado em setembro de 2006. No 49th Annual Grammy Awards, em 2007, Mayer ganhou o prêmio de Melhor Álbum Pop Vocal para Continuum e Melhor Performance Vocal Pop Masculina por "Waiting On The World To Change"
Eu sou um fã de carteirinha das músicas dele, apesar de serem bem complicadinhas de tocar no violão. Vale a pena ver o canal dele no youtube. O clipe da música mais recente dele que está tocando na rádio é a "Half of my Heart" que você pode ver aqui:
Recebi um comentário ontem aqui no blog que eu não podia deixar de comentar. Foi deixado por um amigo que na verdade é um verdadeiro irmão.
Com esse comentário eu lembrei de que a gente não precisa de nada material para ser feliz. Nos meus 14, 15 anos eu achava que só ia ser feliz quando tivesse um carro (e uma carteira para poder dirigir), mas não um simples carro, um carrão.
Na verdade olhando um pouco mais pro passado, o Chevette branco 87 foi o carro que eu tive e mais me diverti. O carro tinha umas ferrugens na mala e no piso que em dia de chuva entrava muita água. Talvez por isso o carro fosse tão divertido. Quando eu lembro dos carros que eu tive, o primeiro que vem à mente foi o Chevette. Será que ele ainda existe? Alguém vir por aí o HTZ-0323, me avise!
Mas a vida é isso: a gente só é feliz quando aprende a curtir as coisas mais simples!
O título do post foi por conta dessa música do Léo Jaime:
Quem foi adolescente no final dos anos oitenta vai lembrar dessa música. A platéia cantando com essa convicção toda é a prova de como a gente era besta quando tínhamos quinze anos! Como o disse o Epifanio no post a vida se resumia a poucos problemas, é verdade. Mas quando você tinha 15 anos esses problemas eram os maiores da sua vida, até porque você não tinha outros.
Agora que já me chamam de Tio, vai uma dica para quem está lendo esse post e tem 15, 16 anos: deixe de ser besta! Essa é uma das melhores fases da sua vida!! A vida presta sim! Ficar pensando, pensando , pensando, naquela paquera "sonhando em ter um carro conversível pra você me querer" é a maior besteira do mundo.
Saia de casa, atravesse a rua, saia da sua zona de conforto e vá lá no prédio dela conversar. Não adianta ficar pensando que "ela não gosta de mim", e resolver esperar "ter um carro conversível". Na verdade ela poderia já estar esperando só um gesto seu. Já pensou que ela poderia gostar tanto de você ao ponto de ficar na janela esperando por você até ficar com os cotovelos doídos ... Só tem um jeito de saber: converse com ela. Pense bem, o máximo que pode acontecer é você levar um fora, deitar em casa e ouvir um pouquinho o Léo Jaime para fazer você chorar mesmo. Mas logo depois fica tudo bem.
Todo mundo sofre por amor nessa fase. O Ed Motta disse uma vez numa entrevista que quando era adolecente a música Got to be there do Michael Jackson era a que ele tocava quando tava lá chorando com o coração partido ... Vale a pena conferir:
Já eu lá pelos meus 20 e poucos anos gostava muito dessa aqui:
Ontem perguntaram para os jurados do Ídolos quem era o finalista que tinha feito sucesso até hoje. Foi um momento um tanto constrangedor. Já no American Idol o negócio é diferente. Até quem não chegou na final faz sucesso.
Não é porque canta em inglês que faz sucesso, mas a criatividade é o que chama atenção como nessa versão da música da Lady Gaga - Poker Face feita pelo Chris Daughtry:
Outro impressionante foi o David Cook. Vejam a versão dele para uma música da Mariah Carey - Allways be my baby: