Mostrando postagens com marcador Playlist. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Playlist. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Música Preta Brasileira - Sandra de Sá ao vivo


Consolidando de vez a retomada em alto estilo de sua carreira, iniciada em 2002 com o álbum Pare, Olhe, Escute - no qual revisitava sucessos da soul music americana vertidos para o português - e que continuou com uma temporada de shows vitoriosa e cheia de convidados, Sandra de Sá não se cansa de defender que a verdadeira MPB não é a Música Popular Brasileira, e sim a Brazilian Black Music. "Há mais de dez anos falo de Música Preta Brasileira. No começo eu até brincava, dizendo que MPB é Música Preta Brasileira", confirma Sandra, que agora lança um disco ao vivo (pela Universal Music) que procura capturar seu bom momento atual.

O nome do álbum não poderia ser diferente: Música Preta Brasileira, registrado em dois shows (apenas para convidados) nas dependências da própria gravadora Universal, na Barra da Tijuca (RJ). No disco, Sandra não apenas procura sintetizar suas idéias sobre a música negra brasileira, mas também revê os principais pontos de sua carreira. Na verdade, uma intenção acaba se confundido com a outra, já que a cantora é legítima herdeira de Tim Maia e "afilhada" de figuras como Cassiano e Hyldon na seara black brazuca. "Há mais de 15 anos que eu luto para tentar gravar um disco assim, que fizesse não apenas uma revisão de minha história mas também lembrasse os grandes momentos de nossa música preta", diz Sandra.

Sandra elabora mais sobre a (sua) MPB: "Nossa música é altamente preta, como lá nos EUA eles têm a black music, nós também fazemos uma série de outros gêneros e estilos, só que com muito suingue. Aqui é o país do suingue, essa é uma bandeira que eu levantei há muito tempo e não canso de lutar por ela." Sobre a revisão de carreira - são 24 anos de estrada profissional - Sandra de Sá diz que o disco ao vivo é a maneira ideal de celebrar sua trajetória. "Quando assinei com a Universal em 2002, num contrato para dois discos, fiz questão de garantir que um deles fosse gravado ao vivo. Eu sempre quis gravar um CD assim. A todas as gravadoras pelas quais passei, sugeri fazer um disco ao vivo como este, mas nunca toparam e eu até já me indispus por causa disso", fala a cantora.

Todos os sucessos de Sandra estão no álbum. Desde a precursora Demônio Colorido, defendida pela cantora no festival MPB-80 (em 1980), seu primeiro sucesso, chegando às músicas gravadas em Pare, Olhe, Escute - versões como Nada Mais (Lately, de Stevie Wonder) e Qual É (What's Going On, Marvin Gaye). No meio, hits como Bye-bye Tristeza, Retratos e Canções, Olhos Coloridos e Sozinha (versão pessoal para o sucesso Sozinho, de Peninha). "O disco é um resumo do show que estamos fazendo desde o ano passado. Acho que todo a gravação deveria ser assim: entrar em estúdio para os grandes momentos que já foram apresentados ao vivo. A espontaneidade é tudo", conta Sandra, falando que gosta de simular o calor do palco:"Peço para desligarem o ar-condicionado, visto casacos e cachecóis para suar bastante e criar a sensação de que estou no palco junto à vibração do público".

Assim como nos shows, o disco Música Preta Brasileira tem a participação de vários convidados especiais: Gabriel o Pensador (que co-assina Boralá com Sandra), Toni Garrido, Luciana Mello e Alcione. "Não passa de uma grande confraternização entre amigos. Esse ditado de que no trabalho temos que separar as coisas não funciona comigo. Só trabalho com quem me identifico", fala a cantora. "Já cansei de cantar com todos eles em shows, o Gabriel gravou comigo, a Alcione é minha amiga há mais de vinte anos..." Sandra de Sá também presta sua homenagem à nata da música negra nacional regravando Tim Maia (Vale Tudo), Hyldon (As Dores do Mundo) e o clássico da negritude Black Is Beautiful (esta junto a Luciana e Alcione). "Esses caras todos mereciam uma estátua em praça pública. E o pior é que eles acabam sumindo. Ninguém ouve mais falar de Cassiano, Hyldon, Simonal. É uma discriminação, um crime", protesta Sandra.


...
..
.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

John Mayer

A dica musical de hoje é sobre o John Mayer, um músico que eu gosto muito e mais uma presença certa em qualquer playlist minha. John Clayton Mayer (nascido em 16 de outubro de 1977) é um músico norte-americano. Originalmente de Bridgeport, ele estudou na Berklee College of Music antes de se mudar para Atlanta, Geórgia em 1997. Seus dois primeiros álbuns de estúdio, Room for Squares e Heavier Things, foram bem comercialmente, atingindo multi-platina. 

Logo em  2003, ele ganhou o prêmio Melhor Performance Vocal Pop Masculina no Grammy Award para "Your Body Is A Wonderland". Essa música, além de ter uma um riff que na primeira nota você reconhece, tem um cuidado especial com a letra (disponível aqui). Mas não fica por aí, os shows dele são super bem motados e os clipes têm uma fotografia incrível.

Isso você pode conferir nesse clipe de 2002 da música "Your body is a wonderland" logo abaixo. O youtube não liberou o código de incorporação do clipe, mas eu dei meu jeito para vocês não terem que clicar num link para ver o clipe:
No começo da carreira ele tocava principalmente rock acústico, mas aos poucos começou uma transição para o blues em 2005, colaborando com artistas de renome blues como B.B. King, Buddy Guy e Eric Clapton, e por formar o John Mayer Trio. A influência do blues pode ser ouvido em seu álbum Continuum, lançado em setembro de 2006. No 49th Annual Grammy Awards, em 2007, Mayer ganhou o prêmio de Melhor Álbum Pop Vocal para Continuum e Melhor Performance Vocal Pop Masculina por "Waiting On The World To Change"

Eu sou um fã  de carteirinha das músicas dele, apesar de serem bem complicadinhas de tocar no violão. Vale a pena ver o canal dele no youtube. O clipe da música mais recente dele que está tocando na rádio é a "Half of my Heart" que você pode ver aqui:




...
..
.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Ídolos x American Idol

Ontem perguntaram para os jurados do Ídolos quem era o finalista que tinha feito sucesso até hoje. Foi um momento um tanto constrangedor. Já no American Idol o negócio é diferente. Até quem não chegou na final faz sucesso.
Não é porque canta em inglês que faz sucesso, mas a criatividade é o que chama atenção como nessa versão da música da Lady Gaga - Poker Face feita pelo Chris Daughtry:



Outro impressionante foi o David Cook. Vejam a versão dele para uma música da Mariah Carey - Allways be my baby: