terça-feira, 7 de maio de 2019

ESTAMOS DE VOLTA E DE ENDEREÇO NOVO!

Resultado de imagem para retro playlist

A casa é a mesma mas o endereço mudou. Agora é:


E para comemorar nosso retorno, vai aí uma playlist daquelas!!!
Para quem não é assinante do Deezer, basta abrir no navegador do computador ou do próprio celular que as musicas tocam inteiras.

domingo, 2 de outubro de 2016

Mais uma história de guitarra, só que essa sobreviveu a um acidente aéreo e chegou até a pegar fogo


Peter Frampton vendeu milhões de discos com a ajuda de uma guitarra Gibson personalizada. Três décadas atrás, essa guitarra foi destruída em um acidente de avião ... ou assim ele pensou. A história começa em 1970, quando Frampton e sua antiga banda Humble Pie tocou dois shows na mesma noite no Fillmore West, em San Francisco.

Frampton disse que a primeira apresentação da noite foi um complicada: A guitarra que ele estava usando estava com um volume muito alto e ficou difícil de solar. Após o show, um membro do público se aproximou dele e se ofereceu para ajudar. "Ele disse, 'Bem, veja, eu tenho uma Les Paul que eu fiz um tipo de modificação há pouco. Você gostaria de experimentá-la amanhã?"


Frampton disse no programa "All Things Considered" de Guy Raz: "Eu disse, 'Bem, eu realmente nunca tive muita sorte com Les Pauls, mas você sabe o quê? Neste ponto, vou tentar qualquer coisa.'" O acordo acabou por ser amor à primeira batida. "Eu usei-a naquela noite, e para ambos os conjuntos, eu não acho que meus pés tocaram o chão o tempo todo", diz Frampton. "Quer dizer, eu estava levitando."

Essa guitarra - uma preto brilhante com um captador central adicionado tornou-se instrumento de assinatura de Frampton. Ele continuou a usá-lo com Humble Pie, e em seu material solo, tocou quase que exclusivamente nela por anos. Ele ainda fez a capa de seu clássico 1976 álbum ao vivo, Frampton Comes Alive!

Em 1980, enquanto Frampton estava em turnê na América do Sul, a guitarra foi colocada em um avião de carga na Venezuela, a caminho de Panamá. O avião caiu logo após a decolagem. "Basicamente, eu pensei, ela se foi", lembrou Frampton.

"Mas a coisa é, eu também estava sentado no restaurante onde eu podia ver a esposa do piloto. Ela estava esperando no hotel pelo o marido, que, infelizmente, nunca chegaria. Então, todos nós fomos tomados por uma tristeza profunda, porque as pessoas tinham perdido suas vidas, bem como todo nosso equipamento de show."



 O que Frampton não sabia é que a guitarra tinha sobrevivido, embora com alguns solavancos e contusões. Ele caiu nas mãos de um músico na ilha caribenha de Curaçao, que possuía-lo por muitos anos antes de um guia local que descobriu a guitarra, e contactou Frampton.

Depois de alguns contatos, a guitarra foi devolvida a Frampton em 2012. "É uma espécie de um preto fosco agora - não é mais brilhante. Na ligação ele falava que ela precisava de um pouco de reparos; a eletrônica vai precisar de substituição", disse Frampton.

Ele acrescenta, porém, que ele vai limitar os reparos no instrumento para "o que precisa ser substituído para fazê-lo apenas tocável. Mas ela deve manter as suas cicatrizes de batalha." Frampton dissse que sabe que seus fãs ficaram obstinados para vê-lo tocar a guitarra original de novo, e ele mais do que feliz em obedecer. "Oh, ela tem que ir para a estrada", disse ele. "Por terem me dado de volta... Não é algo que eu vou me esconder no armário."

A seguir temos o video oficial do Peter mostrando  quando ele recebeu de volta a guitarra e parte dos reparos efetuados:




E aquela playlist pra não perder o costume ;), a faixa Do You Feel Like We Do foi tocada com essa guitarra.
 

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domingo, 25 de setembro de 2016

Você já viu essa guitarra mas vai ficar surpreso: "Joe Perry 1959 Les Paul"


Joe Perry (70's) e Slash (no clip de November Rain) com a Gibson Les Paul de 1959

Joe Perry do Aerosmith comprou uma Gibson Les Paul nos anos 70 e essa guitarra o acompanhou até o início dos anos 80. Os albums clássicos do Aerosmith foram gravados com essa exata guitarra. Com a separação da banda em 1982 o Joe Perry passou por dificuldades financeiras e acabou tendo que vender a guitarra perto da época do Natal.

No show a seguir, de 1977 em 2:51 aparece o Joe tocando a guitarra na música Dream On:


Billy Loosigian reconheceu a guitarra numa loja e a comprou por US$ 4.200 mais uma Firebird I como parte do pagamento. Alguns anos depois ele vendeu a guitarra e ela foi parar nas mãos do Eric Johnson.


O tempo passa e um dia o Slash estava em turnê no Japão quando recebeu uma ligação de alguem oferecendo a guitarra. Ele ficou muito interessado até porque era fã do Aerosmith e aprendeu a tocar guitarra olhando para um poster do Joe Perry com essa dita guitarra.


Slash comprou a guitarra, ela não soava tão bem quanto ele esperava mas mesmo assim ele gravou o clip de November Rain com ela e algumas músicas.

O Joe Perry ficou sabendo que o Slash estava com a guitarra, tentou comprar mas o Slash se recusou a vendê-la. No aniversário de 50 anos, 35 anos depois de ter vendido a guitarra, Joe Perry recebeu um recado: "Slash says happy birthday" e lá estava a guitarra de volta! Um presente de aniversário dado pelo Slash.


E nesse video vemos o Joe Perry com sua Gibson Les Paul 1959 de volta ao cumprimentar o Slash pela sua segunda série de guitarras "Signature" da Gibson.




E não poderia faltar, lógico, November Rain!


sábado, 24 de setembro de 2016

Rival Sons



Com origem em Los Angeles - Califórnia, formada por Jay Buchanan (Vocal), Scott Holiday (Guitarra), Robin Everhart (Baixo), Miley (Bateria). Considerado por muitos – inclusive pelo jornal The Guardian, um dos mais respeitados da Inglaterra – como adepto do estilo blues rock retrô, o quarteto do Rival Sons possui fortes influências de ídolos como Led Zepellin, The Animals e Jeff Beck.

Juntos desde 2008, eles lançaram no ano seguinte seu primeiro álbum, Before The Fire, que teve grande repercussão por trazer de volta a psicodelia de artistas dos anos 70. O lançamento da vez foi escrito, gravado e mixado em apenas 20 dias, e já é um estrondoso sucesso de crítica nos Estados Unidos e na Europa, especialmente na Inglaterra.

A carreira, ainda curta, também parece caminhar a passos rápidos: o grupo já abriu shows de AC/DC, Alice Cooper, Kid Rock e Ace Frehley (guitarrista do Kiss) e Judas Priest. Em 2012, a banda chegou ao seu terceiro álbum de estúdio, exatamente em 17 de setembro, com o álbum Head Down, a critica o elogiou bastante, nota-se, a influencia de bandas como: the who, The Doors, Stones, Bad Company, Free, The Who e até Lynyrd Skynyrd, mas diferente dos álbuns antigos, a banda não deixou isso transparecer demais, e que torna esse álbum, algo mais original e som característico da banda. Gravado em Nashville, produzido por Dave Cobb e mixado por Vance Powell (White Stripes, Kings of Leon), “Head Down” é um disco variado e maduro.

Há o hard rock que chamou a atenção para a banda, mas há também espaço para aventuras por terrenos até então desconhecidos, como o groove contagiante de “Wild Animal”. O Rival Sons foi corajoso ao explorar outras sonoridades, indo muito além do peso cru e direto de seus dois primeiros discos. Em 2014 lançaram o álbum Great Western Valkyrie.

A playlist a seguir não é de músicas deles, mas sim das músicas que os influenciaram:

domingo, 18 de setembro de 2016

Aquela pasta das músicas dos anos 70 (That 70's Folder)






130 músicas, 8h e 24min de músicas dos anos 70 muitas delas que tocaram no seriado That 70's Show. Aproveitem!




Beat Bugs



Help, All You Need Is Love, Come Together, Lucy In The Sky With Diamonds entraram no repertório das pequenas aqui de casa. Tenho que dar o merecido crédito ao responsável: Beat Bugs do Netflix!

"Beat Bugs" conta as histórias de um grupo de simpáticos insetos com base em canções dos Beatles, reinterpretadas por artistas como Sia, Eddie Vedder e Pink.

Das célebres "Lucy in the Sky With Diamonds" e "All You Need Is Love" (que se tornou a abertura da série) à triste "I'm a Loser", várias canções da banda ganharam nova vida pelas mãos do criador, o australiano Josh Wakely, e um time que incluiu Daniel Johns, do Silverchair, no rearranjo das melodias.

E as músicas não só serviram como números dos episódios como também foram incorporadas à trama e aos diálogos dos personagens. O primeiro episódio, que gira em torno de "Help", traz um dos protagonistas em apuros, por exemplo.

O resultado saiu melhor do que o esperado, e a série já tem uma segunda temporada confirmada para o início de novembro, com participações de nomes como Rod Stewart, Chris Cornell e Jennifer Hudson.